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10 Dicas para estruturar a parte fiscal do seu e-commerce

E-book: 10 dicas para estrutura a parte fiscal do seu e-commerce

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Diante do avanço da tecnologia e das novas formas de comércio, uma das atividades de maior crescimento hoje é a compra e venda de mercadorias pela internet, especialmente em razão do isolamento social promovido pela pandemia.

De acordo com os dados da Associação Brasileira do Comércio Eletrônico, foi observado um crescimento de 81% nas vendas on-line no mês de abril de 2020, em comparação com o mesmo mês do ano passado, não somente em relação aos itens de primeira necessidade, mas em diversos setores da economia1, restando evidente que o isolamento social provocou um impacto positivo no crescimento deste tipo de negócio.

O comércio eletrônico, ou e-commerce, oferece inúmeras vantagens para o empresário, uma vez que o custo de manutenção da atividade requer um custo inferior comparado a uma loja física, o que, refletido no custo do produto, significa a possibilidade de praticar um valor mais competitivo de mercado. Além dessas vantagens, o comércio eletrônico tem a possibilidade de alcançar compradores em diversos pontos geográficos, dentro e fora de seu Estado de origem.

E como uma alternativa promissora para alavancar as vendas nesse período difícil e manter-se no mercado, diversas empresas estão iniciando planejamentos para vender on-line.

Como não poderia deixar de ser, um dos pontos de preocupação, no momento de planejar este tipo de atividade, é o aspecto tributário. O planejamento tributário é essencial para garantir que a atividade seja exercida dentro de compliance e que as obrigações tributárias que impactam direta ou indiretamente no preço do produto estejam sendo observadas corretamente.

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